quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

terça-feira, 22 de dezembro de 2009


É Natal, é Natal (8)
Diverte-te, goza bastante
Pediste o quê ao Menino?
Casa, carro, ou um diamante?
As máscaras assentam perfeitas
O carnaval é agora
Sorri, sê gentil, faz amigos
Para os – depois - deitares fora
Sem demora, compra os presentes
Aprecia as luzes da cidade
E ignora os sobreviventes
Que na calçada, indecentes,
Choram por ti, na verdade.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Queres ser o anjinho do meu pinheirinho? xD


Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
É uma longa história ...
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado, foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, batem-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
- Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

"Mostro as palmas das mãos por não ter nada a esconder
sem preconceitos sem medo de aprender
se queres ouvir, ouve com atenção
não me julgues com os olhos, julga-me com o coração
para aprender a andar eu aprendi a cair,
e antes de aprender a falar eu aprendi a sorrir
se a musica é alma, a minha trago-a despida
e cada som deste álbum é uma foto da minha vida."

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Não mais a literatura, os seus
fúteis e imperiosos desígnios
- julgamos dizer, insistindo
numa ourivesaria do terror
e em gestos que sabem o quanto
chegam tarde. Quando sós,
à boleia do crepúsculo, dizemos
coisas assim, mentimos com
os dentes todos que não temos.

E a mentira (a literatura)
é ainda a improvável derrota
de que não nos salvaremos
nunca. Tão igual à vida, portanto:
pouso o copo, recupero o fôlego,
fumo uma silepse. Sei que vou morrer.

E isso que - talvez - nos diz
é uma evidência que escurece
(tivemos por amigo o desconforto).

Quanto ao mais, vamos andando.
Casados ou sozinhos. Mortos.





Quando sós à boleia do crepúsculo - Manuel de Freitas

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009


"Vento é ar com pressa."



Olho para a rua mas o sonho continua
E deixo na rua escura alguns pedaços de lua
Nunca me passo mas não passo da imperfeição
E no compasso dou mais um passo, caio redonda no chão
Se é fracasso tudo o que faço então recolhe a mão estendida
Dá-me a que segura a arma, arranja-me outra saída.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009