quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009

É Natal, é Natal (8)
Diverte-te, goza bastante
Pediste o quê ao Menino?
Casa, carro, ou um diamante?
As máscaras assentam perfeitas
O carnaval é agora
Sorri, sê gentil, faz amigos
Para os – depois - deitares fora
Sem demora, compra os presentes
Aprecia as luzes da cidade
E ignora os sobreviventes
Que na calçada, indecentes,
Choram por ti, na verdade.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Queres ser o anjinho do meu pinheirinho? xD

Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
É uma longa história ...
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado, foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, batem-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
- Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
"Mostro as palmas das mãos por não ter nada a esconder
sem preconceitos sem medo de aprender
se queres ouvir, ouve com atenção
não me julgues com os olhos, julga-me com o coração
para aprender a andar eu aprendi a cair,
e antes de aprender a falar eu aprendi a sorrir
se a musica é alma, a minha trago-a despida
e cada som deste álbum é uma foto da minha vida."
sem preconceitos sem medo de aprender
se queres ouvir, ouve com atenção
não me julgues com os olhos, julga-me com o coração
para aprender a andar eu aprendi a cair,
e antes de aprender a falar eu aprendi a sorrir
se a musica é alma, a minha trago-a despida
e cada som deste álbum é uma foto da minha vida."
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Não mais a literatura, os seus
fúteis e imperiosos desígnios
- julgamos dizer, insistindo
numa ourivesaria do terror
e em gestos que sabem o quanto
chegam tarde. Quando sós,
à boleia do crepúsculo, dizemos
coisas assim, mentimos com
os dentes todos que não temos.
E a mentira (a literatura)
é ainda a improvável derrota
de que não nos salvaremos
nunca. Tão igual à vida, portanto:
pouso o copo, recupero o fôlego,
fumo uma silepse. Sei que vou morrer.
E isso que - talvez - nos diz
é uma evidência que escurece
(tivemos por amigo o desconforto).
Quanto ao mais, vamos andando.
Casados ou sozinhos. Mortos.
Quando sós à boleia do crepúsculo - Manuel de Freitas
fúteis e imperiosos desígnios
- julgamos dizer, insistindo
numa ourivesaria do terror
e em gestos que sabem o quanto
chegam tarde. Quando sós,
à boleia do crepúsculo, dizemos
coisas assim, mentimos com
os dentes todos que não temos.
E a mentira (a literatura)
é ainda a improvável derrota
de que não nos salvaremos
nunca. Tão igual à vida, portanto:
pouso o copo, recupero o fôlego,
fumo uma silepse. Sei que vou morrer.
E isso que - talvez - nos diz
é uma evidência que escurece
(tivemos por amigo o desconforto).
Quanto ao mais, vamos andando.
Casados ou sozinhos. Mortos.
Quando sós à boleia do crepúsculo - Manuel de Freitas
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Eu escrevo pra não falar, porque se falo é a dobrar
Cada verso é um resumo de uma tese militar
Não cuspas para o ar, se o fizeres, corre depressa
Ouvir línguas banais, acredita, é o que mais stressa
Rimar só por rimar é remar em maré baixa
E se o que queres é navegar, deixa as manias na caixa
Eu não rimo à toa, é o coração quem comanda
E se acaso te enjoa, eu alugo-te a varanda
Não estou aqui pr` agradar nem pra fazer boa figura
Faço isto para tirar as melhores sombras da rua.
domingo, 29 de novembro de 2009
Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraído percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa.
Manuel António Pina - "Ainda não é o Fim nem o Princípio do Mundo. Calma, é Apenas um Pouco Tarde"
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraído percorro
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa.
Manuel António Pina - "Ainda não é o Fim nem o Princípio do Mundo. Calma, é Apenas um Pouco Tarde"
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Demasiada Abstracção Afoga o Espírito
Certa porção de abstracção melancólica pode ser tão útil como um narcótico em dose discreta, porque é uma coisa que adormenta as febres, às vezes renitentes, da inteligência em acção, e faz nascer no espírito um vapor brando e fresco, que corrige os contornos demasiado ásperos do pensamento puro, enche numa ou noutra parte lacunas e intervalos, liga os conjuntos e esfuma os ângulos das ideias. A muita abstracção, porém, submerge e afoga. Infeliz do operário de espírito que se deixa cair inteiramente do pensamento na abstracção. Julga que facilmente tornará a subir, e diz consigo que, afinal, ainda que não suba, é o mesmo. Erro!
O pensamento é o labor e a abstracção a voluptuosidade da inteligência. Substituir uma coisa por outra é confundir um veneno com um alimento.
Victor Hugo - 'Os Miseráveis'
O pensamento é o labor e a abstracção a voluptuosidade da inteligência. Substituir uma coisa por outra é confundir um veneno com um alimento.
Victor Hugo - 'Os Miseráveis'
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
E agora? Entendes-me, miss flaminga . ?
Errata
Onde se lê poesia deve ler-se mundo
Onde se lê palavras deve ler-se pessoas
Onde se lê eu deve ler-se multidão
Onde se lê Nádia deve ser com certeza um copo meio cheio.
Cheira-me a Manuel de Freitas (cheira-me mesmo a Manuel de Freitas).
Onde se lê poesia deve ler-se mundo
Onde se lê palavras deve ler-se pessoas
Onde se lê eu deve ler-se multidão
Onde se lê Nádia deve ser com certeza um copo meio cheio.
Cheira-me a Manuel de Freitas (cheira-me mesmo a Manuel de Freitas).
II
Quando alguém arranca à força o que escreve, nota-se-lhe logo as nódoas negras.
As palavras são como lentes sujas: limpa ou deita fora.
As palavras são como lentes sujas: limpa ou deita fora.
I
Se a linguagem não admite ambiguidades, o contexto pode envenenar-nos. É por isso que eu gosto de poesia, gosto da sombra das formas indefinidas das palavras. E de as ler de olhos fechados.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Memórias...
“Gostas mesmo dela”, disse-me a Tânia.
Ela não sabe é do resto. Não sabe das vezes em que adivinhavas o que eu estava a pensar. Das vezes em que ficavámos no sofá a madrugar. Das vezes em que tomávamos chá antes de deitar e das conversas até adormecer. Das vezes em que almoçávamos juntas e de todas as eternidades que demoravas a terminar. Não sabe do arroz salgado e empapado nem dos rissóis vegetarianos, das horas perdidas de quem falta as aulas em troca de duas de treta, das cerejas que comemos a caminho do liceu, de me abrigares da chuva e de todos esses pequenos pormenores que nos preenchiam os instantes.
Das visitas ao hospital e do choro na ausência, da companhia para a escola, das escadas e dos rumores e amores.
Não sabe dos choros, das confissões, das fotografias, dos ciúmes. Não sabe da correria em que me vestia quando recebia aquela mensagem “preciso de ti”, das dedicatórias, das letras das músicas e das viagens.
Os teus stresses e as minhas angústias. Os abraços, as chocopilows e cerelac.
A Tânia não sabe é do resto. Não sabe das gargalhadas nem das fantasias. Do teu jeito simples e terno. Das tuas lutas, dos dissabores, do carioca de limão numa noite fria, das 19h da despedida. Não sabe que falavas pelos cotovelos e que precisavas sempre de meia hora para comer um pão (com queijo). De que te sentavas com os pés em cima da cadeira e que guardavas o nokia 3330 no bolso direito das calças. De que só usavas calças largas e sapatilhas. Não sabe que estavas sempre a mexer nas feridas, que caminhavas a olhar para o chão e usavas sempre o cabelo solto. De que odiavas correr e sentir o coração apressado. Não sabe das tantas vezes em que me apertavas a mão para dizer alguma coisa e que esfregavas o queixo e a testa vezes sem conta nos dias mais melancolicos ou stressantes. Que preferias filmes de comédia a filmes de terror. Das vezes em que eu mentia só para te sentires melhor “não estás nada branca, estás normal...”.
Não sabe que me mordias ou lambias a cara para me irritar, das conversas nos cadernos de psicologia, das vergonhas na aula de inglês.
A Tânia tinha razão quando por outras palavras dizia que praticamente eu tinha o teu nome escrito na testa.
E a Tânia nem sabia do resto. Hoje, o resto, é apenas o resto que a Tânia não sabia.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Good Charlotte - The Truth

Não sei como nunca cá estiveste e hoje, partindo, me deixaste mais de ti do que o que de ti me deste.
É a presença da vontade de te ter lido os olhos e a respiração.
O odor da tua ida a fracassar-me a paz da ideia de que ainda temos tempo. A dor que pesa no conformismo que te deixou nunca viver para mim.
Já não tenho tempo.
Levaste o tempo que me devias e que não reclamei. O tempo que chorei baixinho por entre sangue atraiçoado, e a indiferença.
O tempo voa e o tempo morre. E nós nascemos e morremos mesmo antes de nascer.
Lamento não ter um lugar onde te arrumar a não ser nestas últimas palavras.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
*...eu já sabia.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A folha
Deixo a porta entreaberta e sento-me no degrau, aquele degrau.
O sol quase me chega aos pés e a luz alaranjada cobre-me a pele com desenhos de calmaria.
A vida suspira ao meu ouvido e sopra um silêncio que me arrasta os cabelos pela cara embaciada. Enquanto abraço os joelhos, batem no peito lembranças que a brisa guarda.
Sinto o calor do chão a aconchegar-me.
É tudo tão distante nesta hora que deixo o mundo fugir-me das mãos e cerro os punhos para que mais nada se intrometa...entre mim e um fim de tarde.
Cai uma folha ao meu lado.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Ohh Luis escreve um livroooo ^^
"Rapariga - Hey tu! Chega aqui, precisamos de falar.
Rapaz - Falar? Para quê? Não temos nada para falar!
Rapariga - Se eu digo que temos é porque temos.
Rapaz - Que queres?
Rapariga - Já disse que quero falar contigo.
Rapaz - Despacha-te! Tenho coisas para fazer.
Rapariga - Não te preocupes, não quero ser chata.
Rapaz - Já és!
Rapariga - Eu sei, mas ouve-me com atenção por favor.
Rapaz - Sim, sempre a mesma história anda lá.
[Ela senta-se, durante segundos cala-se e pensa.]
Rapaz - Estas a gozar comigo não? Já falavas!
[Ele senta-se.]
Rapariga - Sabes, eu tenho um sonho…
Rapaz - Desculpa? Estás mesmo a gozar comigo! Mandas-me sentar e depois falas-me de sonhos?
[E ele desata a rir.]
[Ela olha-o nos olhos, baixa a cabeça e continua.]
Rapariga - Sim um sonho, onde tu e eu entramos.
Rapaz - Ai sonhas comigo? Que bonito!
[E ele continua a rir.]
Rapariga - Sim sonho, sonhos q são desejos.
Rapaz - Não me digas que acendes velinhas e pedes os desejos?!
[E ele ri-se ainda mais do que havia rido antes.]
Rapariga - Não, eu peço às estrelas.
Rapaz - Pedes às estrelas?
Rapariga - Sim.
[Ele continua a rir.]
Rapaz – “Elas nem sabem que existes”.
[Ela deixa cair uma lágrima, limpa e continua.]
Rapariga - Como era bom poder abraçar-te todos os dias, saber que estás comigo, agarrar-te e não te largar mais, fugir contigo, sonhar mais alto, ir onde ninguém foi, fazer o que ninguém fez.
Rapaz - É esse o teu desejo ?
[Ele acalma-se, parece querer escutar com mais atenção.]
Rapariga - É isso e não só.
Rapaz - Conta-me o resto.
Rapariga - Queria abraçar-te e ouvir da tua boca “Adoro-te”, queria dar-te a mão e passear contigo sem me importar com o mundo lá fora, sem me importar com o que os outros pensam, dizem ou fazem.
Rapaz - Queres mesmo isso?
Rapariga - Quero dizer o quanto preciso de ti, dizer-te o quando te adoro, o quanto fazes parte de mim.
Rapaz - Porque não dizes?
Rapariga - Tenho medo.
[Ele abraça-a.]
Rapaz - Tens medo de quê?
Rapariga - Que não tenhas o mesmo desejo.
Rapaz - Porque é que não me pedes a mim em vez de pedires às estrelas?
Rapariga - Posso pedir-te?
Rapaz - Podes!
Rapariga - Ficas comigo?"
bY: Luis Piolho xD
Rapaz - Falar? Para quê? Não temos nada para falar!
Rapariga - Se eu digo que temos é porque temos.
Rapaz - Que queres?
Rapariga - Já disse que quero falar contigo.
Rapaz - Despacha-te! Tenho coisas para fazer.
Rapariga - Não te preocupes, não quero ser chata.
Rapaz - Já és!
Rapariga - Eu sei, mas ouve-me com atenção por favor.
Rapaz - Sim, sempre a mesma história anda lá.
[Ela senta-se, durante segundos cala-se e pensa.]
Rapaz - Estas a gozar comigo não? Já falavas!
[Ele senta-se.]
Rapariga - Sabes, eu tenho um sonho…
Rapaz - Desculpa? Estás mesmo a gozar comigo! Mandas-me sentar e depois falas-me de sonhos?
[E ele desata a rir.]
[Ela olha-o nos olhos, baixa a cabeça e continua.]
Rapariga - Sim um sonho, onde tu e eu entramos.
Rapaz - Ai sonhas comigo? Que bonito!
[E ele continua a rir.]
Rapariga - Sim sonho, sonhos q são desejos.
Rapaz - Não me digas que acendes velinhas e pedes os desejos?!
[E ele ri-se ainda mais do que havia rido antes.]
Rapariga - Não, eu peço às estrelas.
Rapaz - Pedes às estrelas?
Rapariga - Sim.
[Ele continua a rir.]
Rapaz – “Elas nem sabem que existes”.
[Ela deixa cair uma lágrima, limpa e continua.]
Rapariga - Como era bom poder abraçar-te todos os dias, saber que estás comigo, agarrar-te e não te largar mais, fugir contigo, sonhar mais alto, ir onde ninguém foi, fazer o que ninguém fez.
Rapaz - É esse o teu desejo ?
[Ele acalma-se, parece querer escutar com mais atenção.]
Rapariga - É isso e não só.
Rapaz - Conta-me o resto.
Rapariga - Queria abraçar-te e ouvir da tua boca “Adoro-te”, queria dar-te a mão e passear contigo sem me importar com o mundo lá fora, sem me importar com o que os outros pensam, dizem ou fazem.
Rapaz - Queres mesmo isso?
Rapariga - Quero dizer o quanto preciso de ti, dizer-te o quando te adoro, o quanto fazes parte de mim.
Rapaz - Porque não dizes?
Rapariga - Tenho medo.
[Ele abraça-a.]
Rapaz - Tens medo de quê?
Rapariga - Que não tenhas o mesmo desejo.
Rapaz - Porque é que não me pedes a mim em vez de pedires às estrelas?
Rapariga - Posso pedir-te?
Rapaz - Podes!
Rapariga - Ficas comigo?"
bY: Luis Piolho xD
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Link

"Vida passa calma como tu vais entender, mano
Escuta a tua alma diz-me o que tu vais fazer
Se tu cais, o que vais ter? Do que vais viver?
Se tu vais, se queres mais, diz-me como vais fazer"
Baixem ou comprem o CD xD
Bom trabalho Diogo! =)
http://tugaunderground.com/site/index.php/Start-download/*-CDS-*/Alias-Carne-e-Osso-pele-e-voz.html
segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Quando recito ficas aflito e susténs a respiração
Eu arrisco a boa aparência, faço o que eles não farão
Opino à descarada não me venhas pedir consolo
Pra ti não tenho mais nada senão críticas no rolo
Tenho o dedo no gatilho sempre pronto a disparar
Sem cadastro mas vontade não lhes deve faltar
De me humilhar, ver-me para lá das grades mais resistentes
Um tiro na minha testa e davam-se por contentes
Ui, acertaste mas mesmo assim não mataste,
Se não for indiscrição, quantas balas desperdiçaste?
Não tenho as sete vidas do gato mas sete vidas eternas
À prova de cada bomba que atiras quando me acenas.
"Presta atenção" (8)

A mesa do café oscila com todas as vibrações
De vozes aleatórias que fogem das soluções
“Quando há patrões o povo fica na ruína
Os patrões com os milhões e o povo com a sua sina”
Quem os ensina são os jornais, formatam-nos para a vida
E não reparam nos sinais de uma cultura homicida
É uma chacina de ideias quando não tiram proveito
“ Não aceito tudo o que dizem, tenho a minha própria opinião”
Então porque passas de quadro a puzzle da multidão?
Se não vens dar-me novidades junta-te às vozes que embalam
Estereótipos e preconceitos, nem três tiros as calam
Maldizem o ar que respiram, falam da vida alheia
Sabem o que nunca viram e aumentam assim a teia
É tanta fome de estupidez que comem todos do mesmo prato
É insensato porque esse pacto não vos fica nada barato
A ignorância custa uma vida mas ninguém se preocupa
Se queres mostro-te a saída, se não quiseres desocupa
São como as putas lá do centro, comidas pela merda que aparece
É a dignidade por duas de cem, e quanto mais vem mais apetece
Que te parece quando na televisão vês um conflito fatal?
“Sem stress, nada que interesse, não chegou a Portugal...”
Que banal – respiro fundo – é um salto mortal arriscado
Tens mesmo o cérebro todo ou falta-te aí um bocado?
Estes parvos vivem à toa e os melhores vão de cana
Se eu soubesse, em vez do café, tinha ficado na cama.
domingo, 25 de outubro de 2009
"Último acto" (8)
Se eu pudesse daria tudo até aos ossos, por vocês
Subia uma montanha, arriscava como Moisés
Tirava da minha vida o que à vossa falta faz
Não duvidem do que vos digo, por vós, juro, sou capaz
Choro de tanto amor, é a gratidão que me comove
E quem não acreditar, olhe os meus olhos e comprove
Como brilham, como crescem quando vos tenho por perto
Sem a vossa dedicação, o meu olhar era um deserto
Um lugar vazio como um livro sem histórias para contar
Um balão pr`aqui perdido, prestes a rebentar
Vocês com os bolsos rotos e eu num berçinho de ouro
Que sacrifícos foram feitos pra darem tudo ao seu tesouro?
Ainda hoje sou a princesa com o reinado assegurado
A menina de tantos olhos com um coração afortunado
Obrigado pelo presente e por tudo o que se seguir
Darei de mim o melhor para sempre vos ver sorrir =`).
sábado, 24 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
"The unforgiven"
"Eu queria gostar das revistas e das coisas que não prestam
porque são muitas mais que as boas
e enche-se o tempo mais!
Eu queria, como tu, sentir o bem-estar
que te dá a bestialidade!
Eu queria, como tu, viver enganado da vida e da mulher,
e sem o prazer de seres inteligente pessoalmente!
Eu queria, como tu, não saber que os outros não valem nada
p'ra os poder admirar como tu!
Eu queria que a vida fosse tão divinal
como tu a supões, como tu a vives!"
sábado, 10 de outubro de 2009
Azeituna - The Best =)
COISAS QUE DEVES SABER PORQUE ANDAS NA FACULDADE:
"1. Não importa a que horas é a primeira aula, vais dormir durante ela; 2. Vais mudar completamente e nem vais notar; 3. Podes amar várias pessoas de maneiras diferentes; 4.Estudantes Universitários também mandam aviões de papel durante as aulas; 5. Só vais conhecer alguns dos professores no dia do exame; 6. Cada relógio do prédio tem uma hora diferente; 7. Se eras inteligente no secundário... a inteligência deve ter ficado por lá; 8.Não importa tudo o que prometeste quando passaste no exame, vais às festas da faculdade, mesmo que sejam na noite anterior à prova final; 9. Podes saber a matéria toda e a prova correr-te mal; 10. Podes não saber nada da matéria e tirar dez; 11. A tua casa é o ultimo lugar para visitar; 12. A maior parte do conhecimento que adquires é fora das aulas; 13. Se nunca bebeste, vais beber; 14. Se nunca fumaste, vais fumar; 15. Se nunca fodeste, vais foder; 16. Se não fizeres nada disto durante a faculdade, não o farás nunca mais na vida, a não ser que andes de novo na faculdade; 17. Vais tornar-te numa daquelas pessoas que os teus pais te dizem para não conhecer; 18. Psicologia é na verdade Biologia; 19. Biologia é na verdade Química; 20. Química é na verdade Física; 21. Física é na verdade Matemática; 22. Matemática continua a ser uma merda; 22. Ou seja: mesmo depois d'anos de estudo, não vais saber nada e vais acabar o curso a pensar que não estás preparado; 23. Vais descobrir que depressão, solidão e tristeza não são coisas de quem não tem nada para fazer; 24. Vais prometer sempre que no próximo semestre estudas mais, prestas mais atenção às aulas e vais a menos festas, mas vai acontecer sempre o contrário; 25. Ter um zero é normal; 26. As únicas coisas que compensam na faculdade são os amigos que vais fazer; 27. Não verás a hora de terminar a faculdade; 28. E quando acabar, perceberás que foi a melhor época de toda a tua vida."
*Delfina e Maria José, saudades vossas =)
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
"No teu poema"
Adeus oh casa velhinha
Quarto de mil cores pintado
Que abrigaste esta menina
Sonhadora e pequenina
A quem ensinaste o fado
Adeus baloiço amigo
Tu que foste meu abrigo
Nas horas de solidão
Adeus infantário antigo
E adeus aos que iam comigo
Sempre unidos pela mão
Adeus colo aconchegante
Tanto me ensinaste a amar
E àquela que por instante
Partiu, ficou tão distante
Nunca mais a vi voltar
Adeus passeio estreito
Das brincadeiras vadias
Adeus sonho tão perfeito
Que me saltava do peito
Que me preenchia os dias
Adeus infância tão leve
Foste na vida tão breve
Que só me resta a saudade
Vives nas fotografias
Onde revejo os meus dias
De alegria e mocidade
Adeus olhares indiscretos
Adeus amor e afectos
De gente tão pequenina
E um dia a todos meus netos
Mostrarei sítios secretos
Onde cresceu minha sina.
domingo, 4 de outubro de 2009
"Send me an angel"

O tempo perguntou ao tempo
Quanto tempo o tempo tem
Mas o tempo é como o vento
Apressado e avarento
De todos e de ninguém
Tantos há que desesperam
Pelo tempo que não sobra
E de nada lhes valeram
Os esforços que fizeram
Porque o tempo vai embora
E o tempo assim vai passando
Sem chão que lhe agarre o pé
Vai noite e dia gozando
Tantas vidas devorando
Como a sede da maré
Se queres ser do tempo amigo
Então faz o que te digo
Fecha os olhos, permanece
E num sussurro ao ouvido
Dir-te-á o passado antigo
“Se queres ficar, adormece”.
(8)

De todas as minhas verdades
Nenhuma queiras saber
Que por desgosto ou maldade
Será de minha vontade
Fazê-las deixar de ser
E nesse choro doente
Que esmago pra ninguém ver
Acordo a saudade ausente
De uma boca tão urgente
Que me devora o viver
Se não queres saber de mim
Não deixes rasto na rua
Que um dia como este, assim
Vais saber que é no fim
Que a dor, enfim, continua.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
"Uma gota"
"Olho-te no encantamento que não é teu nem de mim, e é só da beleza de tu dormires no desprendimento de toda a força que te faz existir."
Vergílio Ferreira, "até ao fim".
Vergílio Ferreira, "até ao fim".

Tenho a estranheza como uma extensão de mim
E as mãos suadas a pingarem tudo aquilo que me sobra
E o caminho farto de naturezas superficialmente apelativas
E as mangas pesadas e cheias de nadas que não me cabem.
Aproxima-se, tira o casaco e senta-se subtilmente mantendo a postura.
E vê-me, repara-me, decora-me como matéria em véspera de exame
Para me matar depois, ontem, amanhã, num nevoeiro de cinza, mistério e desabafo.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009

A secretária do Sócrates era apaixonada por ele, mas ele não percebia.
Um dia, depois do expediente, ela entrou na sala dele, com um vestido provocante, bem decotado, fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até à mesa, com ares de Monica Lewinski e propôs:
- Sr. Primeiro Ministro, vamos fazer uma "maldade"?
- Vamos, onde é que eu assino?
"É preciso saber viver"
A vida não é um fardo, aprende a pensar assim
Quantas rosas sem espinhos encontras tu num jardim?
Quando se fecha uma porta, abrem-se duas janelas
Se hoje perdeste o telhado, então ganhaste as estrelas.
Força, Paulo! =)
Quantas rosas sem espinhos encontras tu num jardim?
Quando se fecha uma porta, abrem-se duas janelas
Se hoje perdeste o telhado, então ganhaste as estrelas.
Força, Paulo! =)
sábado, 26 de setembro de 2009
ahahaha Adorei visita assídua xD

*Por que é que as mulheres demoram tanto tempo quando vão à casa de banho?*
"O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que, quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel cuidadosamente no perímetro da sanita.
Finalmente instruía-te: "nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!" E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.
"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter, sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.
Quando *TENS* de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso, resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de “tou aqui tou-me a mijar!”.
Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta mais” (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente, que pena!). Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há pernas. Estão todos ocupados.
Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa que ainda está a sair. Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa… Penduras a mala no gancho que há na porta… QUAAAAAL? Nunca há gancho! Inspeccionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e não te atreves a pousá-la lá. Por isso, penduras a mala no pescoço enquanto vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que tens no caso de…
Mas, voltando à porta… como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te “na posição”…
AAAAHHHHHH… finalmente, que alívio… mas é aí que as tuas coxas começam a tremer… porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço estendido a fazer força na porta e uma mala de 5 quilos a cortar-te o pescoço!
Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a tapaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas a voz da tua mãe faz eco na tua cabeça *“nunca te sentes numa sanita pública”*, e então ficas na “posição de aguiazinha”, com as pernas a tremer… e por uma falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e molha-te até às meias!
Com sorte não molhas os sapatos… é que adoptar “a posição” requer uma grande concentração e perícia.
Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio!
Então rezas aos céus para que, entre os 5 quilos de bugigangas que tens na mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel… mas para procurar na tua mala tens de soltar a porta…???? Duvidas um momento, mas não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!
E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm muito respeito umas pelas outras).
Encontras o lenço de papel! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma mão.
Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu “alguém tem um pedacinho de papel a mais?” Parva! Idiota!
Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que estaria envergonhadíssima se te visse assim… porque ela nunca tocou numa sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar ali, que até podes ficar grávida (lembram-se?) …. Estás exausta! Quando paras, já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo a fazer malabarismos com um pé, muito importante!
Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de água (ou xixi? lembras-te do lenço de papel…), então não podes soltar a mala nem durante um segundo, pendura-la no teu ombro; não sabes como é que funciona a torneira com os sensores automáticos, então tocas até te sair um jactozito de água fresca, e consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala não resvalar e ficar debaixo da água.
Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as mãos nas tuas calças – porque não vais gastar um lenço de papel para isso – e sais…
Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges enquanto te esperava.
“Mas por que é que demoraste tanto?” – pergunta-te o idiota.
“Havia uma fila enorme” – limitas-te a dizer.
E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e rápido, pois só tens de te concentrar em manter “a posição” e *a dignidade*.
*Obrigada a todas por me terem acompanhado alguma vez à casa de banho e servir de cabide ou de agarra-portas! Passa isto aos desgraçados dos homens que sempre perguntam “querida, por que motivo demoraste tanto tempo na casa de banho?” …. IDIOTAS
"Nothing's gonna change my world" (8)
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Vai um livrinho light minhas meninas?
Anda por aí muita gente boa (leia-se boazonas) com medo de engordar a aparência... mas já dizia a minha avó: "O SABER NÃO OCUPA LUGAR".
Sempre assim
Uma paragem inusitada por aquele lugar e um olhar de gente estranha como quem lê um livro pela primeira vez. Um doce desejo pendurado nas cinzas do cigarro que caem mesmo ao lado da baínha feita à pressa.
A caneta suada pelas suas mãos eufóricas e um pestanejar inquietante de quem desvenda um mistério.
Ele e o olhar descalço, a imensidão e a simplicidade de uma vida a sós.
Ele, um homem cheio de nada na vida, um poeta cheio de vida no nada.
A caneta suada pelas suas mãos eufóricas e um pestanejar inquietante de quem desvenda um mistério.
Ele e o olhar descalço, a imensidão e a simplicidade de uma vida a sós.
Ele, um homem cheio de nada na vida, um poeta cheio de vida no nada.
So´(u) eu
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O silêncio é a sombra da cidade
Sometimes - "seems to be the hardest" words...
A tremer de ânsia vem a saudade coração adentro sem predir licença, e eu rasgo as letras de papel e fecho janelas e caixinhas de canela.
Há humidade na raíz da voz e adoeço as palavras.
Encontro segredos estendidos na mesa e a cadeira fora do lugar. A saudade nunca vai embora sem me deixar a dor de te morrer.
Tum tum tum LINK xD

No parapeito gasto por mãos suadas debruço o corpo que renasceu perto de ontem.
A noite em reboliço faz cantar as estrelas e eu guardo a memória entre duas nuvens. Deixo um suspiro aos pés da madrugada e embrulho sonhos num sorriso. Como eu amo o parapeito. Devíamos recordar sempre estes momentos, apaixonarmo-nos pelos sítios onde pousamos o corpo.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Amadoro-te ^^

Amo de verdade e em verdade te digo
Que a minha vontade é para sempre ficar contigo
Não sei como cabe em mim tamanho sentimento
Nem há no mundo palavras para o que guardo cá dentro
No pensamento mantenho o primeiro olhar e um lugar
E se um dia tu fores embora, para sempre vais ficar
Nos meus olhos e num verbo que só tu me ensinaste
E nos cantos desta vida por onde comigo passaste.
sábado, 29 de agosto de 2009
Atiraste o pau ao gato mas o gato não morreu
E ainda bem porque, de facto, esse gato sou eu
Escusas de apedrejar, já renovei o telhado
Tenho o tesouro escondido e o pensamento abrigado
Podias fazer promessa e alvejar-me com moedas
E assim rezava por ti, afastar-te de ideias cegas
Tu não negas mas sabes que me tornei bem mais forte
E agora quem quer entrar tem de mostrar passaporte
Já não é uma questão de sorte, eu verifico ao pormenor
Distingo o meu sul do teu norte, e o ódio do amor
Um bom consumidor lê os rótulos pra ter certeza do que come
E a ti vejo-te comer estragado, apressado pra matar a fome
Fora de prazo, usado, derretido ou com bolor
Que encontres muito amor assim para que um dia me dês valor.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Grama com esta então ahahah
Muitas vezes preciso de um ombro, de um amigo
E é tão bom saber que posso sempre contar contigo
Pronto a ouvir a qualquer hora, parece que acertas nos momentos
Sei que estás aí pra dar força nos instantes turbulentos
Quantas vezes sonolenta acordo com um bom dia teu
E é curioso como nesses dias eu encontro o sol no céu
Tantas vezes apareces quando mais preciso de um sorriso
E reajo com orgulho às mensagens sem aviso
Aquilo que mais admiro é a tua transparência
e a amizade que me dás, para mim, ... a tua essência.
****Sê Feliz Amigo!
domingo, 16 de agosto de 2009
"Só vês o que queres ver"
Entra com calma, sem pressas, sê bem-vindo à minha mente
E não me venhas com promessas senão remas contra a corrente
Eu sou diferente e somente te convidei para entrar
Não toques que ainda parte e pode nem cicatrizar
Espero que estejas a decorar as leis da minha moral
Porque aqui um passo em falso nunca é acidental
Sou para ti e muitos outros território desconhecido
Convém manteres a postura, ainda não és meu amigo
Nem te aproximes sequer, primeiro tens de perceber
Qual é a minha perspectiva, o que sonho, o que ambiciono
O que é para mim viver a vida, o que condeno e abandono
Sou exigente eu sei, mas não forço a tua presença
Se queres ficar então relaxa, não queiras que te convença
Sou simples como vês, não tenciono iludir-te
Respondo a todos os porquês com verdade, não vou mentir-te
Mas não queiras saber demais, a curiosidade matou o gato
Vai devagar e aprecia o sabor de cada prato
Isto não é um contrato mas o formato é parecido
Tens dúvidas vens ter comigo, as regras sou eu que as digo.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
O lado esquerdo do peito =)
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
=)
Entre soluços e suspiros ouço a cabeça a latejar
Como quem perde os sentidos, sinto-me fraquejar
Não sei se deva pensar ou perder-me nos bons momentos
Não sei se guarde as memórias ou lhe retire fragmentos
Quanto mais longe o tempo me leva, mais perto sinto que estou
Como um doente terminal cujo estado piorou
Gostava de ter tropeçado sem cair no labirinto
Mostrar a todos os que amo, o que realmente sinto
Não minto mas escondo os meus maiores pesadelos
Sinto-me mal ao lembrá-los, pessimamente em dizê-los
Procuro uma solução, um canto onde possa guardar
Qualquer má reacção cada vez que tenha de enfrentar
Procurar culpados ou culpar-me de nada me ajuda
E a cada novo pensamento a dor fica mais aguda
Fugir deste mal-estar iria provocar mais dano
Seria como utilizar um pano para esconder uma fractura
Poderia sobreviver mas perdia a compostura
Insano é ter um plano para ultrapassar tamanho trauma
Sei que nunca vou esquecer um passado que me espalma
Contra factos que de tão reais ainda me fazem vacilar
Quando depois de ser bem-vinda eu devia confiar.
(...)
sábado, 8 de agosto de 2009
No rasto do sol
"Duas luas no céu e duas canções
Dois olhares que se cruzam a procurar
Um sol um luar
E todos os lugares onde a luz se pode abraçar
Doze luas há em ti e sete marés
Sete barcos navegam a procurar
Um porto uma praia
Talvez no fim do mar onde alguém nos venha esperar
Vem comigo no rasto de sol
Eu vou contigo
Vem comigo do outro lado das muralhas
Eu vou contigo
Duas luas no céu na palma da mão
Dois olhares que se entregam até ao fim
Do corpo e da alma
Em todos os lugares onde o mundo me fala de ti
À tua volta há luz de sete luares
Sete barcos navegam para encontrar
Um fogo um calor
Talvez no fim de tudo haja força pra recomeçar
Vem comigo no rasto de sol
Eu vou contigo
Vem comigo do outro lado das muralhas
Eu vou contigo
Duas luas no céu e duas canções
Dois olhares que se cruzam a procurar
Um sol um luar
E todos os lugares onde a luz se pode tocar
Vem comigo no rasto de sol
Eu vou contigo
Vem comigo do outro lado das muralhas
Eu vou contigo"
sábado, 1 de agosto de 2009
"Só Malucos"
Há dias em que não sei o que está a acontecer
Tento não me envolver, mas não sei como o fazer
Os factos desmascaram constantemente as palavras
Porém, por vezes acredito, mas essas vezes são raras
Faço cálculos mentais, viro a mente do avesso
Relaxo com rituais, já nem sei o que pareço
Será o preço a pagar ou uma fase passageira?
Fase ou não posso jurar que esta não é a primeira
Fico com medo da linhagem, não sei o que vem a seguir
Sinto-me a perder a coragem se a fase se repetir
Não vou mentir, é cansativo, destrói-me até a alma
Mas ainda tenho força e, por isso, peço calma.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Elas*****
Guardo-vos no coração como quem protege a própria vida. Trago tantas vezes ao peito esta saudade, que me sabe tão bem quando ela cai entre um abraço nosso.
Construía um castelo com todas as gargalhadas que plantais em mim e faria de vocês as princesas-do-amor-mais-genuíno.
Amo-vos como amo a vida. Alimento-me desta ânsia constante de beber do vosso olhar o fôlego de um sorriso, e encho o peito de ar só de pensar que vos preciso.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
O maior elogio ^^
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Vazio

Porque foste embora mesmo antes de chegar?
Não devias ter partido, sonhava ao colo te pegar
Foi-nos pregada esta partida, tão dolorosa e nefasta
Já fazias parte da nossa vida, e agora sinto a dor que alastra
Azar ou imcompetência, ainda não sei bem a resposta
Não quero pensar em negligência,numa morte a ti imposta
Mas agora pouco importa, já nada te faz voltar
E pra ninguém ver, fecho a porta, é impossível não chorar...
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