
No parapeito gasto por mãos suadas debruço o corpo que renasceu perto de ontem.
A noite em reboliço faz cantar as estrelas e eu guardo a memória entre duas nuvens. Deixo um suspiro aos pés da madrugada e embrulho sonhos num sorriso. Como eu amo o parapeito. Devíamos recordar sempre estes momentos, apaixonarmo-nos pelos sítios onde pousamos o corpo.

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