
Olho para a rua mas o sonho continua
E deixo na rua escura alguns pedaços de lua
Nunca me passo mas não passo da imperfeição
E no compasso dou mais um passo, caio redonda no chão
Se é fracasso tudo o que faço então recolhe a mão estendida
Dá-me a que segura a arma, arranja-me outra saída.

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