segunda-feira, 9 de novembro de 2009

*...eu já sabia.


Um “já sabia” atraiçoado como quem não sabe que sempre soubera. É a protecção involuntária dos sentidos, um engolir a seco o espanto inteiro.
Se já sabias, que não te custe os joelhos esfolados e o orgulho debaixo dos pés.
Hoje eu não sei, só sei que se for amanhã*

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