sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mãe


Vens sempre com o sorriso ao colo de um olhar que me vê ainda menina. Trazes o gosto a dias felizes e sol de primavera por entre as frestas de uma vida inteira. Dás-me a eterna satisfação de um coração atolhado de laços e ternuras desmedidas. “-Amo-te tanto.” E as palavras condensam-se num só gesto, um abraço destinado a renascer cada segundo, rendido aos pés de um amor interminável.

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