Ao meu Bem-Ser,
O relógio não parou desde que partiste. Manteve, impávido, aquele “tic-tac” que soma segundos e engrossa saudades.
Avolumam-se as horas, engrandecem os dias… e cimentam-se oito anos em que a tua ausência tem um peso cada vez maior.
No silêncio da casa, revejo-te no álbum de memórias que construímos em três décadas de amor e, ao pôr-do-sol, ainda te ouço sussurrar o meu nome.
Não esqueço, meu Bem-Ser, que seremos sempre um… mesmo que só um possa dizê-lo.
Esther
Jornal "A Aurora do Lima"
in Secção de Necrologia
18 Agosto 2010
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